Não vai ter Golpe! Já Teve!

Há 13 anos um partido está no poder.
Em algum momento dentro destes 13 anos o golpe foi feito. Silenciosamente sem que ninguém percebesse.

Desde 2003 este partido vem aparelhando o Estado, dominando a máquina pública e fechando seus círculos de influências. Tudo para consolidar o seu projeto de poder.

Agora, desmascarado em suas armações, este partido resolveu partir para o ataque. Tudo para manter o sistema confortável que desenvolveu ao longo destes 13 anos no ápice do cenário político brasileiro.

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Este partido controla a Presidência da República, os Ministérios de Estado, a Câmara, o Senado e têm forte influência sobre o Judiciário. Além de deter milhares de prefeituras e muitos governos estaduais.

Não. Este partido não é o PT.

 

O crescimento da Direita é culpa da babaquice da Esquerda

Essas Manifestações, Fora Dilma e Fora corrupção, à Direita, que temos visto perto do dia 15/03 (Dia histórico da Marcha da Família com Deus etc….) é responsabilidade  da Esquerda!
Foi a Esquerda quem começou com a babaquice, em 2013, de “Não vamos virar à Direita”, logo em que as jornadas de Junho começaram a mostrar seus toques de fascismo.
E é óbvio que o povo ia mostrar seu fascismo!

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O povo não tem educação decente. Nas salas de aula se aprende que socialismo e comunismo são a mesma coisa; que anarquismo é baderna; que ditadura do povo = à democracia…

O problema foi a falta de leitura do conservadorismo do povo brasileiro, pela Esquerda que pautou as ruas em 2013. E que sirva de lição pra Esquerda daqui pra frente.

Se ao invés de:

– Ter feito três passeatas por semana, convocando o povo pra “Fora Renan”, “Fora Marco Feliciano”…, tivesse mantido um ritmo confortável (a palavra é escrota,mas é essa mesma: “confortável”) de manifestações uma vez por mês;
– Ter apontado os dedos pros coxinhas ‘perdidos na história’ (xingando-os de ‘Coxinhas’), do alto da nossa arrogância intelectual, tivesse debatido em plenárias reais e virtuais as pautas de reivindicações, de maneira simples e direta (palpável), demonstrando que algumas medidas (pedidas pelos coxinhas) não mudariam os rumos da política;
– Ter focado no ideal: das ruas de Paris de 68, e da casa do cacete…, tivesse focado no plano real de mudança, aceitável por um povo conservador (os “ultrapassados” Fabianismo inglês, ou Possibilismo francês);
– Ter negado o apartidarismo (sabendo que muitos partidos políticos queriam/querem se aproveitar dos movimentos populares), tivesse abraçado as Jornadas como um movimento apartidário…
Talvez tivéssemos mais chances de ver alguma mudança no Planalto, nas Assembléias Estaduais, nas Câmaras Municipais, e, sobretudo, nas Ruas Nacionais.
Se a Direita, hoje, sapateia livre, leve e solta: a culpa é da babaquice da Esquerda!