O pior atendimento da Cidade

“Ô sêo Rangê, traz uma
cerveja pá cá…”

“Para de escrever esses
troço aí Range. Além disso
não levar ninguém a lugar
nenhum, tu não sabe
escrever, pô!”

“Rangelzinho, meu amô,
desce uma brabinha pra
gente aqui, larga isso de
blog e vem pra cá!”.

A proposta deste diário é repetir as conversas de boteco (de mim comigo), por isso a linguagem sempre foi informal. Agora, a partir de 15.09.2013, a idéia é só atualizar a Taverna quando eu estiver sutilmente (ou pesadamente) alcoolizado.)

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